terça-feira, 1 de dezembro de 2009

ATIVIDADES

ATIVIDADES REALIZADAS COM “AVANÇANDO NA PRÁTICA” RELATADAS POR PROFESSORES DO MUNICÍPIO DE JOÃO NEIVA

Fábulas

1. Leia abaixo uma terceira versão da fábula A CIGARRA E A FORMIGA com seus alunos.
2. Proponha exercícios de interpretação do texto e reflexão sobre os conceitos de trabalho da cigarra e da formiga.
3. Destaque a forma poética, com rima, métrica e ênfase no plano sonoro para comparar com os textos de Monteiro Lobato, que estão em prosa. Focalize, principalmente, a semelhança no tema e a diferença na composição lingüística. Assim os alunos começam a ficar atentos para dois dos critérios em que se baseia a classificação de gêneros textuais.
4. Proponha que os alunos escrevam uma ou duas frases sobre a “moral da história” que cada uma das versões admite.
5. Explicite, no quadro negro, as características que fazem desses textos uma fábula: personagens, temas, intenções do autor, conclusões do leitor.
6. Se seus alunos já podem interpretar textos mais densos, ou se você preferir trabalhar com outros gêneros, você poderá escolher um dos outros gêneros que foram objeto de nossas reflexões nesta unidade. O importante é que você ofereça aos alunos dois ou mais textos para que as características de um determinado gênero sejam
detectadas a partir da comparação entre textos.

A cigarra e a formiga
La Fontaine
A cigarra, sem pensar
em guardar
a cantar passou o verão.
Eis que chega o inverno, e então,
sem provisão na despensa,
como saída, ela pensa
em recorrer a uma amiga:
sua vizinha, a formiga,
pedindo a ela, emprestado,
algum grão, qualquer bocado
até o bom tempo voltar.
- Antes de agosto chegar,
pode estar certa a Senhora:
pago com juros, sem mora.
Obsequiosa, certamente,
a formiga não seria.
- Que fizeste até outro dia?
perguntou à imprevidente.
- Eu cantava, sim Senhora,
noite e dia, sem tristeza.
- Tu cantavas? Que beleza?
Muito bem: pois dança, agora...

Sobre o autor:
Jean de La Fontaine foi um poeta francês que viveu entre 1621 e 1695. Tornou-se famoso por escrever fábulas inspiradas em clássicos gregos e latinos, como Esopo, Fedro e Horácio (que também tinham
escrito fábulas). Em suas histórias entram elementos de comédia e narrativa dramática, com propósitos moralizantes. Seus personagens, na maioria animais que se comportam como seres humanos, servem para ridicularizar os defeitos humanos, apontando a natureza como exemplo a seguir na conquista da felicidade.

De acordo com a proposta de trabalho do GESTAR II, no desenvolvimento de uma atividade em sala de aula, com as turmas de 5ª série, trabalhei o gênero fábula: “A cigarra e a formiga” nas diferentes versões e dos diferentes autores. Segui os passos abaixo.
No planejamento selecionei as fábulas: “ A cigarra e a formiga” ( A formiga boa e a formiga má) de Monteiro Lobato, “A cigarra e a formiga” de Ruth Rocha, “A cigarra e a formiga” de Regina Drummond e o poema “ Sem barra” de José Paulo Paes.
Propus exercícios de interpretação dos textos e reflexões sobre os conceitos de trabalhos da cigarra e da formiga; assim como, a análise textual dando destaque a forma poética, rima, métrica e ênfase no plano sonoro para comparar com os textos dos autores mencionados, que estão em prosa.
Com o objetivo de que os alunos compreendessem o gênero textual fábula, apresentado de diferentes formas e pertencentes a diferentes autores. Como fechamento utilizei a música “ A cigarra” de Bia Bedran para complementar as atividades.
A metodologia adotada foi aula expositiva e música. Devido ao planejamento, não tive dificuldades. A pesquisa dos diferentes autores e gêneros, facilitou a aplicação das atividade. Deste modo, os resultados foram positivos, e os alunos corresponderam a expectativa de acordo com o objetivo proposto.

(Relato feito pela professora Claudia Catarina Cometti)

Cordel

1. Leia com seus alunos o seguinte texto de cordel de João Martins de Athayde.

Avançando na prática

As quatro classes corajosas:
Vaqueiro, agricultor, soldado e pescador

Tenho ouvido alguém dizer
Sem ver que eu estou presente:
"José Camelo não presta,
Porque só fica contente
Quando mete a língua dele
Contra esse, ou contra aquele
Inda sendo seu parente".
Pois bem, se eu prestei estudos
Para ser ruim demais
Sou quem conheço os viventes
Ruins, pois são meus iguais
E o ruim que detesta
Falar mal de quem não presta
Inda mais ruim se faz

De gente ruim eu falo
Mas de gente boa não;
Portanto vou nestes versos
Fazer uma exaltação
Às quatro classes que eu vejo
Que merecem sem gracejo
Honras pela profissão
[...]
São quatro classes, porém
Vou falar primeiramente
Sobre a classe dos vaqueiros
Fazendo o mundo ciente
O quanto são valorosos
Ou por outra corajosos
Honrando a sua patente
O vaqueiro é um herói
Que não tem amor à vida
Pois inda encontrando a morte
Na frente da foice erguida
Antes a morte matá-lo
Ele lhe atira o cavalo
E ela fica estendida
[...]
Já falei sobre os vaqueiros
Classe muito valorosa
Agora posso falar
Noutra classe corajosa
Que são os agricultores
Classe que merece flores
Por ser muito proveitosa
A classe de agricultores
É quem traz o mundo em pé;
Pois é quem tira da terra
O açúcar e o café

O trigo, o milho, o feijão
A farinha e o algodão
E ninguém diz que não é
Quem olhar para o serviço
Que o pobre agricultor faz
Achará que ele possui
Força e coragem demais
Pois vê que ele em seu trabalho
Inda encontrando um engalho
Já nunca dá para trás
Já falei sobre o prestígio
Do agricultor; agora
Vou falar sobre o soldado
Pois preciso nesta hora
Dizer: que o soldado é
Quem traz a justiça em pé
Neste nosso mundo em fora
O soldado é um amigo
Que não teme combater
Defendendo a vida alheia
Já sem pensar em morrer
Pois entrando em luta forte
Troca a vida pela morte
Muitas vezes com prazer
Inda um homem sendo fraco
Mas se fazendo soldado
Pela bandeira da pátria
Não teme ser fuzilado
Não é como cangaceiro
Que além de ser desordeiro
Só briga estando emboscado
[...]
Já falei sobre os vaqueiros
Agricultores também;

Dos soldados já mostrei
O valor que a classe tem
Portanto vou dar louvores
À classe dos pescadores
Pois acho que me convém
Alguém diz que o pescador
Não tem classe, então por isto
Devo dizer nestes versos
Que alguns apóstolos de Cristo
Foram homens pescadores
E mais tarde pregadores
Isto está mais do que visto
Em cima da terra o homem
Pode saltar e correr
Porém em cima das águas
Isto não pode fazer
Já portanto o pescador
É o maior lutador
Que se pode conhecer

2. Proponha uma reflexão sobre o que diz o texto em termos de tema, objetivos, personagens, visão de mundo:
a) a discussão pode ser feita em conjunto, oralmente, com a participação de todos, sendo conduzida por perguntas do(a) professor(a);
b) para turmas mais adiantadas na escolarização, cada um desses aspectos pode ser previamente discutido em grupos menores para, depois de preparado o tema, ser apresentado à turma toda;
3. Após a análise do poema, proponha uma discussão sobre as finalidades do texto de cordel e como esse texto as realiza;
4. Utilize as informações que apresentamos nesta seção para conduzir a discussão.


Desenvolvi com os alunos o Avançando na Prática da seção3 – O CORDEL ( atividade proposta acima)
A turma de 8ª série apresenta o seguinte perfil: os alunos têm dificuldades de concentração, pois a turma é agitada , muitos têm dificuldades de leitura e escrita, dificuldades de interpretação.
Levei para sala de aula o gênero cordel foi muito enriquecedor, pois os alunos logo de início se interessaram pela atividade proposta, todos participaram.
Primeiro conversamos sobre o gênero, as características, como surgiu, finalidade. Alguns alunos perceberam que haviam tido contato com esse gênero, mas não sabiam como era nomeado como exemplo as falas de rodeios e músicas.
Após este primeiro contato, entreguei a letra da música “DNA – a verdade vai mostrar” de Caju e Castanha e pedi que prestassem atenção nas rimas e na forma, logo depois, pedi que mostrassem as características do cordel presentes na música.
Entreguei logo depois, o texto “ As quatro classes corajosas: vaqueiro, agricultor, soldado e pescador”. Fizemos uma leitura coletiva, após a leitura listamos as características do texto e ainda as características de cada personagem, como eram físico e psicologicamente.
Trabalhar com este gênero textual foi uma experiência muito positiva, pois é um gênero agradável de se ler. Além de trabalhar o gênero ainda pude explicar conteúdos gramaticais que estudados fora de um contexto tornam-se nauseantes, como: versos, estrofes, rimas, substantivos, verbos de ação e estado, gerúndio, particípio, infinitivo e sinônimos.
( Relato apresentado pela professora Graciella Costa Marim)

Biografia

1. Leia com seus alunos a biografia de Carlos Drummond de Andrade, ou de outro autor cujos textos já tenham sido trabalhados em sala de aula.
2. Procure, com seus alunos, em livros didáticos, ou outros ao seu alcance, outros textos biográficos.
3. Analise os textos para que eles identifiquem que tipos de informações constituem um texto biográfico.
4. Proponha que cada um dos alunos elabore sua própria biografia, na terceira pessoa, como foi feita a de Carlos Drummond de Andrade.
Obs. Uma variação sobre essa atividade pode ser, se houver possibilidade, os alunos elaborarem a biografia de alguém importante na escola ou na comunidade.

Iniciei a aula perguntando aos alunos se eles já conheciam uma biografia. A partir deles fui registrando no quadro as idéias. Em seguida distribui o material xerocado para aula: uma biografia de Monteiro Lobato. Foi feito a leitura no coletivo, após a leitura, pude perceber o interesse da turma. Dando continuidade a aula, fomos até a biblioteca onde dividi a turma em grupos e pedi que eles selecionassem uma importante personalidade dentro do tema e elaborassem uma breve biografia da personalidade escolhida.
Depois da biografias prontas, cada grupo trocou aquela que produziu com outro grupo da sala. Observando se os elementos que caracterizam a biografia foram considerados.
Assim cada grupo pôde dar sugestões para melhorar o trabalho um do outro, anotando as observações a lápis no próprio texto. Recebendo a biografia de volta, o grupo leu as observações feitas e a reescreveu para aperfeiçoá-las.
Para finalizar a oficina cada aluno produziu a sua biografia que foi organizada em um painel na sala.
Dessa forma, todos os alunos puderam ler os trabalhos dos colegas.

( Relato feito pela professora Maria da Penha Mattos Rodrigues)

Avançando na prática

Descrição

Proponha o seguinte jogo a seus alunos:
1. A classe deve ser dividida em dois grupos.
2. Um grupo diz secretamente a um representante do outro grupo o nome de um objeto.
3. Esse representante, diante da classe, deve descrever o objeto sem dizer o nome.
4. Os membros de seu grupo devem identificar o objeto pela descrição. Estimule a variedade nas maneiras de descrever: além da descrição física, dizer para que serve, onde normalmente é encontrado, etc.
5. Estipule um tempo, adequado ao nível da classe para essa atividade.
6. Ganha ponto o grupo que adivinhar, dentro do prazo estipulado, o objeto descrito.
7. Faça que todos, ou, ao menos, o maior número possível dos alunos passe pela atividade de descrever.
8. Findo o jogo, proponha que cada um escreva um texto descrevendo um objeto de grande valor pessoal. O desafio é dar o maior número de informações possíveis, mas identificá-lo apenas na última linha do texto.
9. Faça uma rodada de leitura em voz alta, solicitando voluntários.
10. Estimule a participação dos outros alunos na leitura, com comentários e opiniões sobre clareza, objetividade, etc.

Para encaminhar a atividade dividi a sala em dois grupos. Todos os alunos descreveram um objeto sem dizer o nome e os demais foram adivinhando.
Os alunos adoraram. E enquanto jogavam e se divertiam fixavam o que era substantivo e adjetivo. Na seqüência, produziram um texto com o desafio de dar o maior número de informações de um objeto de grande valor pessoal e só na última linha do texto identificá-lo.
Depois dos textos prontos, fizemos uma roda de leitura. Todos queriam ler e ainda pediram para que enquanto o colega lia os outros tentariam adivinhar.
Conclui que a atividade através de jogos estimula a participação de forma prazerosa e prende atenção de todos.
( Relato apresentado pela professora Marilha Martinelli Mandato)


Trabalhando o tema trabalho

O tema trabalho não é objeto apenas de gêneros textuais tão rígidos como os da atividade 7. Falar ou conversar sobre o tema é uma maneira de construir textos mais
flexíveis e criativos. Fazemos esse “jogo”, entre textos de organização fixa e textos
mais flexíveis e “soltos”, o tempo todo. Trabalhe esse conhecimento intuitivo com
seus alunos.
1. Organize um jogo em sala de aula, com número par de grupos
2. Cada grupo escolhe um porta-voz e um representante para ir ao quadro.
3 -Cada grupo deve dar uma “definição” de trabalho cada vez que você disser:
Trabalho é...
4. Depois de uma breve negociação de sentidos em cada grupo, com um tempo que
você estipular, o porta-voz dá a resposta pelo grupo.
5. Cada representante escreve no quadro as definições dadas por seu grupo, que
devem ser bastante criativas.
6. Os grupos devem ser rápidos, pois o primeiro a falar ganha um ponto.
7. Depois do jogo, todos podem explorar as “definições” do quadro.
8. Se você achar pertinente, utilize as informações do quadro para estimular a elaboração
de um texto escrito que focalize o tema.

Os alunos assistiram ao filme “A cigarra e a formiga”, pedi que eles observassem a atitude das formigas e o comportamento da cigarra. Após o filme fizemos um pequeno comentário do que foi observado.
A maioria chegou a conclusão de que a cigarra fazia uma coisa que gostava e que serviu para divertir as formigas durante o inverno. Logo era o trabalho dela.
A partir desse momento, pedi para que cada um definisse o que é trabalho. Surgiram várias definições e eu ia escrevendo no quadro, depois fomos eliminando aquelas que fugiram um pouco e ficamos com as de melhores sentidos.
Ao final pedi que produzissem um poema com o tema trabalho. Cada um fez a leitura do seu texto, que por sinal foram bons.
( Relato apresentado pela professora Luzia Mota)

AVANÇANDO NA PRÁTICA

Jornais podem se converter em ótimo material para o trabalho com textos empíricos em sala de aula. Vamos sugerir atividades que podem ser adaptadas à realidade e ao nível de escolaridade de seus alunos.
Reproduzimos aqui quatro exemplos de textos que apareceram no jornal Correio Braziliense, de 18 de janeiro de 2003.

Texto 1
Gênero: artigo jornalístico

Frentista paga a conta
Uma prática comum nos postos de gasolina tem minguado o salário dos frentistas. Prejuízos com cheques sem fundos devem ser pagos pelos trabalhadores em algumas situações. Os descontos são previstos no acordo coletivo da categoria, mas os empregados reclamam de abusos. Alegam que os donos de postos estão pesando a mão na hora de promover o abatimento no salário para cobrir eventuais despesas com cheques devolvidos ou roubados, cartões clonados e assaltos.
Os assaltos a postos de gasolina são um exemplo. Todo dia, o frentista recebe dinheiro para fornecer troco aos clientes. O valor corresponde a uma quantidade de litros de combustível. Normalmente, as empresas se responsabilizam até essa quantia, que pode chegar a R$ 200,00, em caso de roubo. Mas o excedente roubado deve ser ressarcido pelo próprio trabalhador.
“A gente está vulnerável aqui, trabalha sem um mínimo de segurança. A gente registra ocorrência, apresenta ao patrão, mas de nada vale”, reclama o frentista de um posto em Samambaia, penalizado em R$150,00 no mês passado depois de ser vítima de roubo.
Os donos dos postos de gasolina se defendem. O presidente do Sindicato dos Postos de Combustíveis do DF (Sindpetro) confirma parte dos descontos, mas justifica, “Os empresários precisam se resguardar dos casos de negligência ou mesmo de má fé do trabalhador”, conta. O empresário garante que uma minoria dos trabalhadores é penalizada. “Do contrário, as pessoas fugiriam do emprego”, compara.
Marcelo Rocha
Da equipe do Correio

Texto 2
Gênero: (anúncio) classificado

MÁQUINA DE COSTURA Antiga, Singer, funcionando, c/ pé de ferro desenhado + pé de máquina costura desenhado, c/ tampo de mármore + escrivaninha antiga c/ três gavetas tampo que abre, conjunto R$ Tr.: 777-
Gênero literário e não-literário

Texto 3
Gênero: poema

Belo belo minha bela

Tenho tudo que não quero
Não tenho nada que quero
Não quero óculos nem tosse
Nem obrigação de voto
Quero quero
Quero a solidão dos píncaros
A água da fonte escondida
A rosa que floresceu
Sobre a escarpa inacessível
A luz da primeira estrela
Piscando no lusco-fusco
Quero quero
Quero dar volta ao mundo
Só num navio de vela
Quero rever Pernambuco
Quero ver Bagdá e Cusco
Quero quero
Quero o moreno de Estela
Quero a brancura de Elisa
Quero a saliva de Bela
Quero as sardas de Adalgisa
Quero quero tanta coisa
Belo belo
Mas basta de lero-lero
Vida noves fora zero.

Texto 4
Gênero: horóscopo


1. Na sala de aula, separe os alunos em 4 ou 8 grupos para analisar os textos que você terá reproduzido em número suficiente para todos do grupo.
2. Oriente seus alunos a identificar como as informações estão distribuídas nos textos; qual o conteúdo temático (de que trata o texto); qual a finalidade; quem são seus leitores em potencial; etc.
3. Se você considerar que a análise do plano composicional (da organização das informações) é ainda difícil para um trabalho autônomo, reserve esse trabalho para fazerem todos em conjunto, com a ajuda do professor.
4. As respostas, escritas pelos grupos, serão apresentadas a todos como o resultado da análise de cada gênero textual, ao mesmo tempo que os exemplos dos textos circularão entre todos para que a análise seja acompanhada com o texto empírico.
5. Mais importante do que a nomenclatura usada para classificar os gêneros é a capacidade para reconhecer características comuns que distinguem um gênero do outro. Por isso, convém informar, de antemão, o gênero com que cada grupo trabalhará.

Dando prosseguindo às atividades do programa GESTAR II – Língua Portuguesa, trabalhou-se com atividades propostas pela seção Avançando na Prática da unidade 10, do livro TP3. Envolveu-se nesse trabalho a 5ª série da EMEF “ Professora Maria Olíria Sarcinelli Campagnaro”.
Para esta aula, com o objetivo de mostrar os distintos gêneros textuais: artigo jornalístico, anúncio-classificado, poema e horóscopo, preparou-se quatro pequenos textos com suas devidas intervenções: um artigo jornalístico( notícia retirada do jornal A Voz de Santa Tereza; um anúncio (classificado); um poema de Fernando Pessoa e um horóscopo.
Por se tratar de textos pequenos, e a experiência de vida de cada aluno, foi de fácil aplicação e entendimento os gêneros textuais apresentados. Cada texto foi trabalhado individualmente, co suas questões mediadas pelo educador, depois em conjunto para que os alunos pudessem perceber suas características.
Os educandos perceberam claramente o objetivo de cada texto, que depois de lidos e devidamente explanados, passou-se então para a conclusão do trabalho. Depois os alunos produziram seus próprios textos.
Para auxiliar nesta atividade e para que ficassem claros todos os itens que deviam conter em cada gênero, foram preparados slides em Power Point e apresentados todos os aspectos e características presentes em cada gênero textual.
Apresentar de uma só vez, quatro gêneros textuais aos alunos, foi bem interessante e se obteve um retorno bem satisfatório e positivo na aplicação desta proposta de atividade, tendo como produto final, textos bem desenvolvidos e criativos.
( Relatório feito pelo professor Eliel dos Anjos dos Santos)

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